Morre Flávio Barros aos 40 anos


Atualizado às 17h03, de 14/08/10


Faleceu na última sexta-feira, 6, o operador de máquinas e agente penitenciário Flávio Francisco de Barros, 40 anos. Popularmente conhecido e chamado pelos amigos de “Fal”, Flávio foi vítima de um tumor maligno, porém reversível, segundo assegurou a médica patologista Dayse Barbosa Aroucha. Desde a constatação da doença, ele foi submetido a um tratamento de quimioterapia durante quase dois anos.

Exatamente durante uma dessas sessões quimioterápicas foi descoberto que ele era também portador da hepatite B.

“Segunda a médica que o tratava, a revelação de mais esta doença dificultou o processo de recuperação do meu irmão, gerando um quadro de complicações até chegar a óbito”, explicou o psicólogo, Wilson Barros.

Ele foi enterrado no Cemitério São José, no Centro do Cabo e contou a presença de familiares e muitos amigos. “Tudo foi muito rápido, mas a notícia logo se espalhou e muitas pessoas amigas se solidarizaram onosco. Nossa família fica imensamente agradecida por toda a atenção e apoio recebidos”, disse o irmão Wilson Barros. “Fal” deixou dois filhos, um de 15 e outro de 2 anos, este último fruto da união de um segundo casamento. Morava na Rua da Linha, nº 13, no bairro da Destilaria.

“Fal” era considerado um “homem prodigioso, inteligente, com uma garra insuperável”, conforme relata um dos seus três irmãos, o guarda municipal Welington Francisco de Barros.

“Meu irmão foi um exemplo de pessoa batalhadora, que soube conquistar seu espaço. Sempre se destacou nos estudos, o que resultou na ocupação de espaços de trabalho em diversos empregos”, lembra o irmão, listando algumas empresas por onde passou Flávio, como a Tecmar, a Rhodia Terphane e mais recentemente o Estaleiro Atlântico Sul, onde ocupava a função de soldador há dois anos.

Paralelo às atividades do Estaleiro, Flávio se revezava como agente penitenciário na unidade da Funase no Cabo de Santo Agostinho.

Flávio era membro da Igreja Congregacional Pentescostal, na Destilaria, no Cabo de Santo Agostinho. “O convívio com essa comunidade religiosa foi importante durante todo esse tempo de luta contra a doença. Sua fé, sem dúvida, o fez suportar todo o processo doloroso da doença. Ele nunca desanimou”, afirma Wilson Barros.

Anúncios

Sobre Da Redação do TP

Contatos com a Redação: (81) 3518-1755 ou jornalismo@jornaltribunapopular.com
Esse post foi publicado em Últimas Notícias. Bookmark o link permanente.