Mutirão reforma escola em Ipojuca


Voluntários do Estaleiro Atlântico Sul se unem à comunidade para realizar obras na Escola Maria Bernadete, no engenho tapera.

DA REDAÇÃO DO TP

Moradores do Engenho Tapera, em Ipojuca, em especial alunos, pais e professores da Escola Maria Bernadete, tiveram um dia diferente no sábado (25). Eles receberam a visita de um grupo de funcionários do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), que depois de toda uma semana de trabalho construindo navios e plataformas de petróleo, a eles se juntaram para, em mutirão atuar como voluntários na reforma da unidade de ensino.

O mutirão é uma iniciativa é do programa Vida Solidária: Juntos pela Escola Ideal, realizado a partir de uma parceria entre o EAS, o Instituto Camargo Corrêa (ICC) e a Prefeitura de Ipojuca. O objetivo é melhorar a qualidade do ensino e os espaços físicos das escolas da rede pública do município que sedia o Complexo Industrial Portuário de Suape.

Essa parceria prevê uma série de ações conjuntas dos programas Educar (do Estaleiro) e Escola Ideal (do ICC) que visa, além da reforma dos espaços físicos, o estreitamento dos vínculos entre comunidade e escola, o incentivo a preservação do patrimônio público e a promoção de ações cidadãs por meio do trabalho voluntário.

ESCOLA IDEAL
– O Programa Escola Ideal vem sendo desenvolvido pelo ICC desde 2007 e começou na Paraíba. Hoje está presente em quatro estados. Em Pernambuco, Ipojuca foi a cidade escolhida por ser o município onde está localizado o Estaleiro Atlântico Sul – que tem participação acionária da holding Camargo Corrêa.

O Programa Educar vinha sendo executado em caráter piloto na Escola Estadual Aníbal Cardoso, com apoio dos voluntários do Vida Solidária. Os trabalhos começaram em julho de 2009. Agora, graças à parceria com o Escola Ideal, o programa ganha reforço e se expande para outras unidades. Essa parceria prevê investimentos totais de R$ 2 milhões, que serão destinados a projetos em 80 escolas.

COMUNIDADE RURAL – A Escola Maria Bernadete foi escolhida para iniciar a série de reformas por atender a uma comunidade rural de baixa renda e pela necessidade de reforma física. Funciona com apenas uma sala, onde são atendidos 16 alunos, filhos de trabalhadores do engenho.

Com a reforma, o espaço ganhará um poço, caixa d´água, ventiladores, novos banheiros, nova cozinha, piso de cerâmica, pintura e uma área de lazer feita com materiais reciclados, como pneus. Também serão restaurados os quadros e as bancas escolares. Todas as ações foram definidas com base nas sugestões dos próprios estudantes, educadores e moradores da comunidade.

Na opinião da coordenadora de Responsabilidade Social do EAS, Denilde Viana, o grande diferencial dessa parceria do EAS com o ICC é justamente o envolvimento da comunidade nas decisões e execução.

Anúncios

Sobre Da Redação do TP

Contatos com a Redação: (81) 3518-1755 ou jornalismo@jornaltribunapopular.com
Esse post foi publicado em Ação Social, Cidadania, Criança e Adolescente, Educação, Ipojuca, Solidariedade. Bookmark o link permanente.