Quem somos

O jornal Tribuna Popular circula aos sábados, desde sua primeira edição, em 30 de novembro de 2006. Temos a versão online (www.jornaltribunapopular.com), a qual é atualizada diariamente.

Tem sede na Cidade do Cabo de  Santo Agostinho/PE. É o mais respeitado e de maior credibilidade da Região Metropolitana Sul.

O perfil de nossos leitores é de um público formador de opinião: (universitários, empresários, políticos, professores, sociedade em geral etc…), atingindo as classes A, B, C e D.

A tiragem passou a ser de 30.000 exemplares, distribuído gratuitamente em váriaos pontos fixos das cidades do Cabo de Santo Agostinho, Jaboatão dos Guararapes, Escada, Ipojuca e Recife. Também é distribuído por mala direta em setores específicos da iniciativa privada e órgãos públicos, rodoviárias, edifícios comerciais e faculdades.

A distribuição nas cidades é a seguinte:

Formato: tablóide (tamanho da margem gráfica 25 cm X 28,4 cm), o periódico tem 16 páginas, sendo oito delas coloridas.

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Periodicidade: Semanal
Tiragem: 30 mil exemplares
Gráfica: Jornal do Commercio

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39 respostas para Quem somos

  1. Reginaldo Ciríaco disse:

    Preciso que me informem onde, quando e como posso adquirir o exemplar semanal?
    Tem assinatura?

    Fico no aguardo,

    Reginaldo Ciríaco

  2. Luís Carlos disse:

    Li, gostei e publiquei matéria deste jornal em nosso blog : http://www.forumpelaetica.zip.net.

    Parabéns !!!

    Um abraço,
    Luís Carlos

  3. Educação não é moeda de troca

    Cada vez mais a gente se surpreende com as propostas geniais de nosso timoneiro mor, o presidente Lula. Não que ele não tenha direito de se manifestar e expor as suas idéias, afinal é o presidente da República. Mas o “grande estrategista” brasileiro costuma não economizar palavras para divulgar as suas alquimias milagrosas para resolver ingentes problemas nacionais.
    Vejam a sua mais recente pérola no campo da educação ao propor de forma enfática que os alunos da 5ª e 8ª séries do ensino fundamental da escola pública, que passarem de ano, sejam recompensados com o prêmio de R$ 270, para reduzir a taxa de evasão e repetência escolar.
    O nosso presidente, certamente, acostumado ao jogo político da barganha e do toma-lá, dá-cá, equivoca-se ao tratar os problemas educacionais de forma tacanha e como moeda de troca. Parece até que o país está nadando em dinheiro e que pode sair por aí a distribuir benesse a seus súditos, como procedeu com o Bolsa Família.
    Qualquer cidadão de mediana cultura tem a sensibilidade de entender que condicionar o aproveitamento escolar de um corpo discente mediante a recompensa do pagamento anual de uma quantia em dinheiro não é uma medida pedagógica para se levar avante a educação brasileira. Isso prova o despreparo de alguém que dirige o país, e o que é pior, circundado por pseudo-intelecutuais que o orientam.
    O problema educacional brasileiro não pode ser confundido como um jogo político onde os interesses espúrios permeiam as suas relações. A educação deve ser tratada de forma pedagógica, ou seja, como ciência da educação e do ensino, mediante aplicação de políticas públicas sérias, remunerando devidamente o corpo docente, dentro de uma estrutura física escolar em condições necessárias para interagir com o aluno.
    Julio César Cardoso
    Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
    CI 394.437
    Porto Alegre-RS

  4. Julio César Cardoso disse:

    Publicação de artigo

    Reforma política

    Não resta a menor dúvida de que a moralização da política brasileira precisa passar por uma reforma no seu modelo político e partidário. Não uma reforma açodada de meia-sola para atender aos interesses de grupos políticos. A reforma deve ser ampla e contemplar muitos aspectos que hoje denigrem a imagem do Parlamento nacional. Mas é fundamental que a sociedade organizada seja ouvida de forma substantiva, e que não prevaleça apenas a posição suspeita de políticos, porque o atual sistema político brasileiro distancia em muito a participação efetiva do povo nas soluções dos problemas nacionais, haja vista que muitas decisões de nosso Parlamento não traduzem os anseios do povo brasileiro.
    A questão dos partidos políticos, da fidelidade partidária, da lista fechada e de financiamento público de campanha deve ser tratada em cima de um bojo maior que contemple, por exemplo, o voto facultativo; o instituto da reeleição federal, estadual e municipal; a renúncia política para escapar do processo de cassação; a coligação partidária; o excesso de medidas provisórias; o problema dos suplentes de senadores e presidente da República, vice-governadores e prefeitos, que não são eleitos pelo voto popular; o STF que tem a sua independência comprometida por ter os seus membros nomeados pelo presidente da República; o enxugamento do número de partidos políticos, bem como de parlamentares no Congresso Nacional e nos legislativos estaduais e municipais; o estelionato eleitoral de políticos que interrompem o mandato para exercer outras funções públicas etc.
    O mau comportamento da classe política brasileira é, a meu juízo, o principal fator de exigência de uma reforma política. E vejam, parlamentares como Renan Calheiros, Joaquim Roriz, Leomar Quintanilha, Romero Jucá, Jader Barbalho, João Paulo Cunha, Paulo Rocha, Valdemar Costa Neto, José Genoino, Antônio Palocci, Paulo Maluf, Clodovil, vereador Agnaldo Timóteo, ex-parlamentares Severino Cavalcanti e Ney Suassuna e tantos outros de comportamentos sociais duvidosos, antiéticos e imorais são todos produtos plasmados e de exclusivas responsabilidades de dois entes balizadores da política brasileira: de um lado, os partidos políticos, e de outro, os Tribunais Eleitorais.
    Os partidos políticos brasileiros geralmente não são zelosos, acolhem em suas fileiras muitos elementos inescrupulosos e de comportamentos inadequados, que são de conhecimento público. Ora, se um candidato à filiação política não traz consigo uma credencial ilibada, sem mácula, sem nenhuma suspeição ou pendência judicial no campo da moralidade e da ética, que possa por em dúvida a sua honorabilidade, a conclusão racional e lógica é que a sua filiação partidária deveria ser indeferida ou impugnada. Agindo dessa forma se cortaria, com certeza, o mal pela raiz, e se fecharia a porta de entrada para os políticos indecorosos. Se existem brasileiros probos, sobre os quais não paira nenhuma dúvida de sua seriedade, por que não abrir espaços somente a esses cidadãos nos partidos políticos? Observa-se assim que não é difícil identificar uma das causas principais de se ter políticos que desonram o Parlamento nacional.
    Os nossos Tribunais Eleitorais, por sua vez, deviam ser o bastião, como ente jurídico, da moralidade política nacional. A fragilidade encontrada pelos candidatos em se filiar a qualquer partido político deveria ser obstada por meio de uma avaliação mais criteriosa dos Tribunais Eleitorais, que impugnariam de plano todos os pedidos de registro daqueles candidatos a pleitos políticos que não fossem portadores de uma boa conduta nas diversas áreas políticas e sociais em que atuam.
    Se os partidos políticos e os Tribunais Eleitorais fossem mais diligentes e ciosos com os registros dos candidatos, não se estaria agora tão preocupado com a reforma política ou partidária, diante da imagem negativa do Congresso Nacional. Bastavam alguns ajustes no sistema político brasileiro, por exemplo, a introdução do “recall”, um pouco de democracia direta, para que o povo pudesse cassar os políticos indecorosos, que não se comportam adequadamente no Parlamento e que não cumprem as suas promessas de campanha, bem como pudesse interferir mais nas decisões do Congresso, que muitas vezes, distanciado do povo, as suas decisões não representam os anseios da população.
    Julio César Cardoso
    Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
    Tel.051-33312714
    Porto Alegre-RS

  5. Jairo Lima disse:

    PANorama das vaias

    O circo foi bem montado. Parabéns meu Brasil. Fica o exemplo de que quando as autoridades conseguem se entender, as coisas acontecem. Sentimos-nos orgulhosos de sermos brasileiros, foi uma festa digna de muitos elogios, e lá fora, os outros países certamente olharam para o nosso como um pais preparado pra receber não apenas uma Olimpíadas, mas também capacitado pra sediar uma Copa do Mundo. Mas em circo tudo é possível, até vaias. Fico imaginando se os outros 41 paises participantes do PAN entenderam alguma coisa, talvez não.

    As vaias recebidas pelo Presidente Lula, que tudo indica, já o fez desistir da cerimônia de encerramento, são nossas, do povo brasileiro. A atual conjuntura política tem indignado nosso povo, tivemos na verdade um extrato dessa indignação, e que se diga, expressivo extrato. Foram mais de 70 mil pessoas uníssonas num grande desabafo.

    O Presidente classificou a atitude como uma injustiça, dado o governo federal ter investido R$ 1,8 bilhão, como se isso apagasse da mente do povo brasileiro sua recente declaração de apoio a Renan Calheiros e em defesa de Severino Cavalcanti (PP/PE)
    Quando disse que o ex-presidente da Câmara caiu por culpa das elites, afora os escândalos dos sanguessugas, mensalão e tantos outros.

    E qual povo, senão o carioca tem tantos motivos pra vaiar o Presidente. A violência se cristalizou numa permanente guerrilha, onde balas perdidas matam diariamente pais de famílias, cidadãos comuns. No Maracanã certamente havia viúvas, órfãos. Sentados ali, tinha.
    Também brasileiros de todos os Estados, havia certamente muitos eleitores de Lula, mas ninguém perdoou, ou melhor, ninguém perdeu a oportunidade de falar para o mundo o quanto nosso país precisa aprender. De que nas olimpíadas da política o Brasil precisa construir uma vila de presídios para os corruptos, um estádio pra treinar nossos gestores sobre as regras da ética, e uma gigantesca piscina pra afogar de uma vez por todas esse Brasil de “maracutaias”

    Presidente, não ache injustas as vaias, reflita sobre o que disse um dia Nelson Rodrigues: A vaia é o aplauso dos descontentes.

    Jairo Lima
    Cabo de Santo Agostinho

  6. Otavio Demasi disse:

    Felicito toda equipe pelo dinamismo e conteúdo do TP.
    Em 1979, estive em Vossa Cidade- belíssima- , à convite da Prefeitura Municipal, onde ministrei o Curso de Comunicação no Turismo. Desculpe não lembrar a data exata.
    Atualmente mantenho arquivo de 40 artigos temáticos, visando o debate e a conscientização turística em geral, sem qualquer ônus ou custo. Gostaria de enviar alguns para análise e possível publicação. Peço fineza correio eletrônico. Sempre ao inteiro dispor. Atenciosamente
    Otavio Demasi- consultor de turismo/ jornalista Mtb 32548
    http://www.odtur.blogspot.com

  7. Gabriela Antunes disse:

    Por favor,

    Queria sabe um e-mail para poder entrar em contato com vocês, pois não achei no site.

    Grata

  8. ana carla souza disse:

    Nós alunos do projeto Reforço de escolaridade , denunciamos a prefeitura do Cabo de St Agostinho por não cumprir até o presente momento com o acordo feito com o governo do estado onde a prefeitura assumiu o compromisso de providenciar transporte e alimentação aos alunos do programa. Como a prefeitura do Cabo não está cumprindo com o acordo muitos alunos estão sendo obrigados a abandonar o projeto, pois estes não possuem recursos para se deslocar até o local onde está sendo ministrado o curso.

    Agradecemos o espaço cedido pelo jornal tribuna popular e solicitamos apoio para que possamos denunciar este fato aos meios competentes e assim fazermos com que a prefeitura do Cabo cumpra com o acordo o mais breve possível, pois esta situação já se estende por mais de 15 dias, e a Prefeitura não resolve o problema mesmo estando ciente da evasão dos alunos menos favorecidos.
    Os 1400 alunos do projeto Reforço de Escolaridade do Cabo de St Agostinho, Agradecem a sua tão valiosa atenção.

  9. Julio César Cardoso disse:

    Publicação de artigo

    Privilégios constitucionais

    O Globo.com, de 15/10/2007, noticiou que o presidente da Bolívia, Evo Morales, vai acabar com o salário vitalício dos ex-governantes por meio de lei que atualmente está em trânsito na Câmara dos Deputados, controlada pelos partidos governistas.
    Do ponto de vista de moralidade pública governamental, o presidente boliviano dá um banho de seriedade e cujo exemplo deveria ser seguido por nossos governantes.
    O nosso País está repleto de privilégios constitucionais, que envergonham a gente. E entre esses está a pensão vitalícia a ex-presidentes da República e governadores estaduais. Quanto à pensão de ex-governadores a coisa paulatinamente vai se corrigindo com a extinção dessa prebenda em alguns estados brasileiros.
    Por que essas pensões vitalícias até hoje continuam com o respaldo do Congresso Nacional? Quantos ex-presidentes, inclusive alguns com várias aposentadorias, estão mamando nas tetas da Nação? Tais privilégios não representam uma imoralidade à luz dos demais trabalhadores brasileiros? Não se entende a falta de zelo do político brasileiro com o Erário público, que nada faz para combater essa vergonha. No plano estadual, só o falecido político Brizola desfrutava de duas vitaliciedades: a do RS e do RJ. A família Sarney, no Maranhão, pai e filha, quanto não abocanham daquele paupérrimo Estado?
    O Art. 5º da Constituição Federal declara que todos são iguais perante a lei. Ledo engano! E por aqui começa a incoerência constitucional haja vista a quantidade de situações privilegiadas arroladas em nossa Carta Magna. Mas esses privilégios existem porque o povo (a sociedade organizada) não foi chamado para opinar sobre as verdadeiras introduções estruturais de nossa Constituição. E dou um exemplo patente: a nossa recente Constituição Federal está transformada numa colcha de retalhos. Toda remendada. Continua recebendo emendas diárias no Congresso. Mais parece uma legislação ordinária que se altera ao sabor do gosto da política dominante. E eu pergunto:- Qual foi a participação da sociedade organizada na Constituinte de 1988? Nenhuma. Aqueles nossos parlamentares agiram por conta própria e não expressaram os verdadeiros anseios sociais; não submeteram à sociedade organizada, para opinar, o modelo constituinte então em elaboração; na verdade decidiram à nossa revelia, como, aliás, continuam fazendo. Por isso, as prerrogativas, as imunidades, as diferenças de tratamentos entre seus concidadãos, emergentes de nossa Constituição, precisam ser revistas pelo Congresso Nacional. Neste sentido, o Art. 3º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias recomenda uma revisão constitucional após cinco anos da promulgação da Constituição, o que até agora não foi realizado.
    Cortar privilégio não é fácil para um sistema de cultura viciado como o nosso, acostumado sempre a querer tirar vantagem em tudo. E os nossos magistrados do STF, com algumas exceções, que deveriam dar o exemplo de pregação de justiça, fraquejam. Vejam o que disse o ministro Gilmar Mendes, ao apreciar o caso do ex-governador de Mato Grosso, Zeca do PT, sobre percepção de subsídio vitalício: “que considera legítima a criação de pensão para ex-presidentes e ex-governadores. Citou os casos da França e da Itália, que introduziram esse benefício em sua legislação”. O ministro Joaquim Barbosa interveio nesse ponto para dizer que, até hoje, somente um presidente fez uso dele. Em sustentação à sua tese, Gilmar Mendes se opôs ao entendimento da relatora da ADI, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, de que o subsídio afronta o princípio constitucional da igualdade. Segundo Mendes, a votação democrática torna o presidente da República e governadores, por exemplo, figuras desiguais, que devem ter direito à segurança e a dois veículos, tudo isso costeado com recursos da Presidência da República.
    Quando figura do STF, como o ministro Gilmar Mendes, defende solenemente privilégios constitucionais, fica muito difícil para os demais mortais brasileiros acreditar na seriedade deste País. Mas já está na hora de o Congresso Nacional pôr fim a essa excrescente prebenda vitalícia aos ex-presidentes e governadores.
    Julio César Cardoso/Bacharel em Direito e servidor federal aposentado/Porto Alegre-RS

  10. toinho marques disse:

    T rabalho competente e inovador
    R esponsabilidade ao veicular notícias
    I mparcialidade
    B em elaborado
    U nico em sua proposta
    N unca desistem
    A utêntico e atual
    `
    P arabéns pelo 1º ano de vida
    O brigado por enriquecerem nossa cultura
    P riorizem sempre a verdade
    U nânimidade entre os leitores
    L ute pela liberdade de expressão
    A lcancem novas fronteiras
    R esgatem nossa história

  11. Edison Mendes disse:

    Quero informações de como publicar anuncio publicitário.

    Edison Mendes

  12. Flávia Lucena disse:

    Artístas Cabenses em Cena….
    O Teatro Capiba, no Sesc-Casa Amarela, realizou a I Mostra Capiba de Teatro (02 à 07). Com várias apresentações de espetáculos adultos e infantis O público viu montagens de Recife, Caruaru, Limoeiro e Cabo de Santo Agostinho.

    Da capital, participam, entre outros, os premiados “Poemas Esparadrápicos”, do Doutores da Alegria, que acaba de chegar de uma temporada de sucesso em São Paulo, além de do Cabo de Santo Agostinho com a nova montagem do premiado “O Rei do Lixo”.

    A prata da casa “O REI DO LIXO” representou muito bem sua cidade, trazendo para o município prêmios e indicações. Flávia Lucena / Atriz Revelação
    Luíz Navarro / Melhor Texto

    Indicações: Melhor Espetáculo
    Melhor Figurino
    Melhor Atriz Iniciante / Priscila Almeida
    Melhor Ator / Osvaldo Castanha
    Melhor Ator / Luíz Navarro

    Segundo a organização do evento a idéia da Mostra é oferecer um apanhado da produção pernambucana do ano de 2007.

    Serviço: Flávia Lucena e Luíz de Lima Navarro
    Contatos: 8794-2601 e 8874-2601

  13. Julio Cesar Cardoso disse:

    Publicação de artigo
    Senado paternalista

    A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado aprovou resolução no sentido de que os fatos ocorridos antes do exercício do mandato parlamentar não serão acolhidos pelo Conselho de Ética.
    Como a sociedade pode acreditar na seriedade de um corpo de parlamentares que dá salvo-conduto a indecorosos políticos que não têm vida ilibada antes do exercício do mandato parlamentar? Que Senado é esse que demonstra imoralmente inclinação para amenizar a vida de apaniguados políticos que estão respondendo a processos na Justiça? Isso só depõe contra a lisura e seriedade do Senado perante a sociedade brasileira. Já não basta a imagem desgastada de nosso Parlamento para os senhores senadores terem mais responsabilidade política?
    Existem no Senado alguns senadores sérios, mas a maioria não deveria freqüentar essa Casa. Num sistema político de “democracia direta”, maus políticos seriam defenestrados pelo povo da vida parlamentar. E isso está faltando, no Brasil, para a moralização do Parlamento nacional.
    Ainda bem que existem políticos respeitáveis como o senador Romeu Tuma que declarou que vai continuar os trabalhos de investigação sobre as atividades irregulares atribuídas ao novel pára-quedista/biônico senador Edison Lobão Filho
    Não submeter à Comissão de Ética, em qualquer hipótese, elementos inescrupulosas com contas a pagar na Justiça e em outros órgãos públicos é um atestado de imoralidade e desrespeito à sociedade brasileira. Se o Senado não trabalhar à luz da moralidade é melhor fechar as portas, porque pelo menos sobraria mais dinheiro ao erário público para ser aplicado em atividades mais necessitadas e carentes brasileiras. É uma vergonha como as coisas são tratadas no Senado Federal.
    Será que os ilustres senadores se sentem confortáveis com as decisões senatoriais de não levar à Comissão de Ética os casos irregulares praticados antes do exercício de mandato por indecorosos políticos? É preciso que haja um pouco de respeito com o povo brasileiro, que não agüenta mais assistir a tanta patifaria política.
    Afinal, para que serve atualmente o Senado Federal se ele não demonstra zelo com a moralidade política?
    Julio César Cardoso
    Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
    Tel.51-33312714
    Porto Alegre-RS

  14. cleodon ventura disse:

    Inicialmente um abraço aos amigos que fazem esse jornal, tem que melhorar em algumas coisas, mas é assim mesmo, ser perfeito custa caro. Escrevi, digitei, teclei como queiram um breve comentário sobre um fato ocorrido esta semana no Alto doa Mirandas: A assinatura de uma ordem de serviço para constração de um reservatório de água. Obra ímpar, diga-se de passagem, porém como todo grande feito esqueçeram de lembrar de como essa importante obra “caiu do céu”, o pior foi ouvir (eu ouvir porque minha casa fica perto de lá) companheiros nossos de “luta” esqueçerem de outros companheiros, esqueçeram de Gerson da Madre Iva, do pessoal da Pastoral Social (onde tudo começou), dos ex-vereadores e atuais (que realmente participaram dessa impreitada), do ex-deputado autor do requerimento junto ao governo do estado para ampliação de oferta da água no cabo, do Forum de Desenvolvimento Urbano, do Centro da Mulheres do Cabo(logo na semana da Mulher), e o pior esqueçeram do povo, que de ônibus e em caravana iam ao palácio do governo estadual. Depois vão dizer por aí que eu tô enciumado e tal. De forma alguma! Até parabenizo a atual gestão(salvo algumas excessões de sua equipe) por respeitar os anseios do povo e ter coragem de propor obras de “van guarda” no orçamento(que é de direito público)! Porém só faço uma alerta: Cuidado pro povo não ficar com amnésia na hora do voto. É tão chato agente não ser reconhecido pelo que fez e faz, principalmente quando faz.

  15. Julio Cesar Cardoso disse:

    Devemos respeitar o contraditório

    Com prudência e reflexão, somente o incauto pode ser levado a acreditar que a Colômbia não tenha as suas razões para agir em defesa de seu País contra a ação de terroristas. Quando um desmiolado e irresponsável neodéspota latino-americano Hugo Chávez se apresenta para negociar com as Farc, e tem o apoio de governos imorais, que tutelam tais terroristas, nenhum povo civilizado pode de sã consciência aplaudir.
    Parabéns Colômbia, porque realizou uma operação legítima para pôr fim a um movimento terrorista, que é nutrido pelo narcotráfico. Portanto, os países limítrofes envolvidos deveriam ser cúmplices para a extinção desses grupos radicais marginais.
    E o nosso presidente da República deveria sofrear os seus impulsos espasmódicos e meter o seu “nariz” nas entranhas dos problemas brasileiros, cuja segurança pública nacional é uma vergonha, verdadeiro território dominado pelos narcotraficantes e outros bandidos de “colarinho branco”.
    O deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR), ao protestar contra a ação colombiana, deixa transparecer que não aceita opiniões contrárias, titulando de preconceituosos e mal-informados todos aqueles que não se filiam às suas convicções.
    Só que o senhor deputado já era para ter aprendido que não respeitar as diversidades de opiniões é também uma demonstração prepotente e preconceituosa. Aliás, ele não foge à regra, pois geralmente os petistas empedernidos não gostam de ser contrariados.
    A sua bastante informação sobre a resolução da OEA, para defender guerrilheiros, é tendenciosa na medida em que aceita que algum País possa dar cobertura ou abrigar em seu território criminosos, traficantes ou organizações clandestinas, e ainda subsidiado por certos governos irresponsáveis. Isso também não fere princípios jurídicos internacionais? Que moeda é essa que só tem uma face para ser defendida?
    Agora, não podemos ser chamados por alguns de seus discípulos de incautos, simplesmente por acompanharmos a divulgação da mídia brasileira. Cabe ao leitor consciente e responsável ter discernimento para não ser envolvido pelos noticiários. Também não se pode impingir a ninguém que propenda para esta ou aquela corrente de segmento político ou filosófico. Eu defendo a liberdade de manifestação com responsabilidade. Por isso, defendo que todos os órgãos de divulgação sejam livres (aqui no Brasil fazem tudo para tapar a boca da imprensa, como o desmiolado Hugo Chávez operou na Venezuela), porque não existe democracia sem liberdade de manifestação do pensamento.
    A mídia dita tendenciosa existe em qualquer parte do mundo, e atende a todas as vertentes. Cabe a nós separar o joio do trigo.
    Eu não defendo o imperialismo americano, nocivo e danoso, mas também não aceito a forma socialista violenta da força e da opressão daqueles que desrespeitam os direitos humanos, seqüestram cidadãos covardemente – parlamentares colombianos – para servir de moeda de troca.
    Ninguém é dono da verdade. E respeitar o contraditório é um dever democrático de todos.
    Julio César Cardoso

    Bacharel em Direito e servidor federal aposentado

  16. Julio Cesar Cardoso disse:

    Falta cultura política

    O Brasil parece terra de ninguém, onde os valores éticos e morais aos poucos estão perdendo importância para dar lugar aos desmandos e insubordinações – sem nenhuma punição – das mais comezinhas regras não só jurídicas como sociais. Aqui tudo está acontecendo nas barbas de nossas autoridades, e pouca providência é tomada para estancar esses abusos.

    No plano político assistimos diariamente a pouca vergonha de nosso Parlamento Federal fisiologista, cujos parlamentares, na maioria, dão o mau exemplo de comportamento indigno ao tratar os seus compromissos políticos com pouca seriedade e mais interessados em desfrutar as benesses públicas e as glórias do poder, enquanto os superiores interesses da nação são postergados.

    Temos um Executivo excessivamente político e fazedor de leis, e sem comando, que não assume a sua responsabilidade presidencial para defender o país das garras dos narcotraficantes e demais criminosos que atemorizam os brasileiros em todo o território nacional, e que prefere lavar as mãos e dizer que o problema não é seu, mas dos Estados. Agora mesmo assistimos à repetição do filme de sempre em que os bandoleiros do campo – MST, Via Campesina -, de forma desafiadora, continuam invadindo propriedades rurais privadas e repartições públicas, cometendo saques e destruindo experiências científicas agrícolas, e ninguém toma medidas jurídicas tempestivas ou a posteriori para coibir tais esbulhos e punir na forma da lei esses desordeiros campeiros. Então, que país é este(?) que falta segurança pública a todos os brasileiros honestos e trabalhadores, e o governo finge desconhecer, preferindo trilhar no seu discurso político-eleitoreiro de distribuição de cargos públicos para confortar os seus apaniguados e distribuir migalhas assistencialistas aos necessitados em busca de sua performance nos indicadores de pesquisas manipuladas. Você já foi algum dia pesquisado? Conhece alguém de sua relação que já tenha sido pesquisado?

    Temos um Judiciário moroso e claudicante, que não defende os verdadeiros direitos lesados dos cidadãos, e que interpreta as leis de forma burocrática colocando um criminoso de alta periculosidade e um ladrão de galinha com o mesmo peso na balança da Justiça. E os nossos tribunais superiores, como o STF, contaminados politicamente, não traduzem imparcialidade, porque tem os seus ministros indicados pelo presidente da República; e isso ficou comprovado por ocasião da reforma da Previdência Social com a decisão favorável ao governo de taxar as os proventos de aposentadorias dos servidores públicos federais.

    A situação brasileira é uma decorrência de falta de cultura política de seu povo, que escolhe mal os seus dirigentes e representantes; pouco se manifesta contra os abusos políticos; é facilmente manipulado por falsos Messias; não conhece as safadezas políticas, por exemplo, o uso imoderado dos famigerados cartões corporativos que alimentam os gastos supérfluos de improbos agentes públicos, inclusive do presidente da República. Assim, vota-se irrefletidamente em pesquisas direcionadas sem conhecer as coisas do país.

    Não votei em FHC e no Lula. Ambos são parecidos em políticas públicas internas e externas. Aliás, a política econômica do atual governo é a mesma de FHC. E os resultados positivos agora obtidos nada mais são do que frutos maduros, que estão sendo colhidos, de árvores plantadas por todos os governos passados.

    Julio César Cardoso

    Bacharel em Direito e servidor federal aposentado

    Porto Alegre-RS

  17. estou muito triste e preocupada, precisando de uma oportunidade de emprego e não sei para quem recorrer, essa vaga não é para o mim é para meu esposo. Porfavor quem estiver lendo dê uma chance para ele por favor. ele já trabalhou em banco, empresas grandes só que infelismente ou felismente ele é muito correto. Obrigada pra quem leu e ligue por favor. 81-32440420

  18. joseane lira disse:

    gostaria de saber o emeil de voces pra pode assesar desde ja te agradeço

    também gostaria muito que publicasse no jornal uma perguta ao prefeito lula cabral e gostaria muito que ele mim desse a resposta . porque e que ele esqueçe tantto a Uzina Maria das Mercês e kd a estrada organizada que ele prometeu e não cumprio.

  19. joseane lira disse:

    tenho muita coisa se vc qz pra publicar no jornal do cabo sobre a uzina maria das merces ente en contato com migo pelo meu emeil

  20. FABYANA disse:

    Quanto ao reforço de escolaridade que houve no cabo, Gostaria de saber quando serão chamadas as próximas turmas para estudarem no SENAI, segundo informações anteriores serim de 3 em 3 mêses, e ninguem sabe sabe onde encontrar essa resposta.

    agradeço.

  21. Julio Cesar Cardoso disse:

    Soldado do governo

    Que as decisões do Congresso, que respaldaram a extinção da CPMF, sejam respeitadas. O Congresso não pode se transformar num ambiente apenas partidário ou de interesse do governo, mas a Casa que representa o desejo do povo.
    Quando se ouve o deputado federal Henrique Fontana (PT-RS) falar em responsabilidade com a Saúde Pública para defender a reedição da CPMF, faz lembrar a frase atribuída a Charles De Gaulle, de que este País não é sério. E não é sério mesmo, a começar com a pouca seriedade dos políticos instalados no Congresso Nacional, com raríssimas exceções.
    O deputado fala em responsabilidade com a Saúde, mas não demonstrou tê-la em nenhum momento, pois foi um dos avalistas políticos que concordaram com o desvio de finalidade da então CPMF. Por que não defendeu anteriormente o uso exclusivo da CPMF para a Saúde Pública? Como médico, não demonstrou sensibilidade humana e social, mas agiu apenas, e continua agindo, como um político qualquer mais interessado em prestar serviço a seu partido e a agradar o seu rei Lula, que continua inebriado com o poder.
    Agora vem ele emergir com toda a cara de pau para vir falar em responsabilidade com a Saúde Pública. Deveria ter um mínimo de constrangimento e respeito para com a população, principalmente aquela necessitada de assistência médica do sistema público de saúde, que teve a verba da CPMF surrupiada com a condescendência dele, de seu governo e demais fajutos políticos, que só se interessam por acertos fisiologistas, toma-lá, dá-cá etc., e fingem ter responsabilidade social.
    Se o País tivesse um STF atuante, imparcial e sem interferência política, exercendo a sua função nobre e verdadeira de bastião dos direitos da sociedade, os políticos, que concordaram com o desvio do dinheiro da CPMF, deveriam ser chamados para purgar os seus erros, pois o que fizeram com a CPMF foi ato criminoso, que deveria também ser cobrado pelos tribunais internacionais. Se os investidores estrangeiros conhecessem o Brasil real, das safadezas e falcatruas políticas, certamente não lhe teriam conferido o investment grade, porque este País não é sério.
    O deputado Henrique Fontana (PT-RS) demonstra ser um político frio, oportunista e demagogo ao pretender ressuscitar a CPMF aumentando a carga tributária. O País está arrecadando muito. Só no primeiro quadrimestre de 2008, a arrecadação de impostos teve aumento de 18%, ou seja, R$ 21 bilhões a mais nos cofres da União. Temos uma das maiores cargas tributárias do mundo, sem retorno em serviços de qualidade, e tudo para pagar os elevados gastos das despesas públicas, como, por exemplo, a de um deputado federal: R$ 1,3 milhão anual.
    Se o governo tem convicção de que a sua política econômica está correta, não poderá temer insucesso de receitas futuras para aplicar em Saúde Pública. No Brasil, só se sabe governar aumentando a carga tributária. Por que os senhores políticos, representantes do governo, não propugnam pela redução dos gastos públicos para sobrar dinheiro para a Saúde? A “Ilha da Fantasia”, Brasília, é um grande ralo de desperdício do dinheiro público. Outro ralo é o inchado e inoperante Congresso Nacional, com 81 senadores e 513 deputados que não resolvem nada e só dão despesa e prejuízo à nação.
    Os governos Lula e FHC são muito parecidos: não se preocuparam em cortar as despesas públicas e praticaram o mesmo ilícito contra o sagrado objetivo da CPMF. Somente uma reforma política ampla, dando ao povo o poder de cassar parlamentares traidores que não representam no Parlamento os verdadeiros anseios sociais e que endossam desvios de finalidade de leis (CPMF), poderá moralizar a política brasileira.
    Por outro lado, assiste-se à manobra encardida do presidente Lula, de não querer ser o pai do ressurgimento da nova CPMF, transferindo a decisão a seu partido e base de bajuladores de apoio. É a esperteza da águia para abocanhar a vítima (a sociedade).
    O Brasil, internacionalmente, está tão conhecido como o País de elevados impostos que o presidente do Peru, Alan Garcia, recomendou, recentemente, em tom de chacota ao presidente Lula, o aumento da carga tributária dos empresários brasileiros, que não querem investir no Peru.
    O País pergunta: por que só agora o deputado Henrique Fontana (PT-RS) sai em defesa de verba para a Saúde Pública? Responsabilidade ele deveria ter demonstrado lá atrás, para que a CPMF cumprisse totalmente o seu objetivo. Como está mal acostumado com as reedições de medidas provisórias, o parlamentar e o seu grupo de acólitos do governo pensam que podem operar da mesma forma com a CPMF, mas se enganam.
    Julio César Cardoso
    Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
    Balneário Camboriú-SC

  22. Julio Cesar Cardoso disse:

    Senadores festeiros & Cia.

    O Senado Federal deveria se espelhar na seriedade política do senador Pedro Simon, que consciente de sua responsabilidade pública não mediu esforço de se manter de vigília num plenário vazio, para forçar o Planalto a enviar uma mensagem autorizando o governo gaúcho a contrair empréstimo junto ao Banco Mundial. Enquanto isso, pasmem, o Senado estava vazio por causa das festas juninas no Nordeste, cujos senadores festeiros já tinham saído para a folgança sem se preocuparem com os trabalhos legislativos.

    O Senado Federal dá um mau exemplo ao decretar recesso branco por causa de comemorações populares, em plena agonia de sua reputação de trabalho na avaliação da sociedade brasileira.

    Os senadores festeiros & Cia. se ausentam de seus misteres, irresponsavelmente, mas não deixam de receber, no prazo certo, as benesses públicas salariais, que são pagas por todos os brasileiros através da alta carga tributária tungada do bolso de todos nós sobreviventes. É uma vergonha!

    Pois bem, enquanto os festeiros se esbaldam em folguedos à nossa custa, do outro lado do mundo está a China fulgurante em vertiginoso crescimento econômico, trabalhando diuturnamente e engolindo todas as economias mundiais, e nós aqui no Brasil tupiniquim assistindo à pouca vergonha de membros de nosso estamento nacional gastando o dinheiro público sem trabalhar e proporcionado um quadro melancólico de mau exemplo de conduta política ao não comparecerem às sessões regulares dos trabalhos legislativos por motivos fúteis de festas de São João.

    Como se pode acreditar na seriedade política brasileira e pretender soerguer, com estabilidade este País, se os nossos parlamentares, com raras exceções, não demonstram responsabilidade com a coisa pública?

    Temos que desatar o nó górdio do vício purulento que domina as instituições públicas e os nossos políticos, que só querem tirar vantagem das posições que exercem. Mas para isso é preciso o concurso de todos no sentido de fiscalizar e denunciar o mau comportamento político.

    Quando a presidência do Senado foi substituída, a bem da moralidade publica, pelo senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), esperava-se dele uma postura mais arrojada e moderna para resgatar a imagem daquela instituição. Mas pouca coisa se viu, pois, por exemplo, no caso vertente das festas juninas, demonstrou ele condescendência e pusilanimidade com seus pares, que não queriam trabalhar neste período, postergando os trabalhos para o início de julho. Com decisão mais responsável, o presidente da Câmara dos Deputados Arlindo Chinaglia (PT-SP) ameaçou cortar o ponto dizendo: “Aqueles que faltarem e que não estiverem de acordo com o que o regimento estabelece, que justifique por que vão faltar, é inapelável”.

    Ora, comemoração de festa junina no Nordeste não pode ser motivo para interromper os trabalhos legislativos. E a declaração com toda ênfase do senador Garibaldi de que “Não pega mal, mas bem também não pega bem. São festas tradicionais e os políticos são representantes do povo”, só vem mostrar como está muito longe de se resgatar a seriedade e responsabilidade política. Mesmo sendo uma “tradição” os políticos participarem dos arraiais no Nordeste, está na hora de essa farra e esse vício, custeados com o nosso bolso e com sensíveis prejuízos aos trabalhos legislativos, serem interrompidos. O Brasil, senhores, é um somatório de vícios tradicionais – que corrói a moralidade pública -, e que precisa ser combatido e exorcizado.

    Julio César Cardoso

    Bacharel em Direito e servidor federal aposentad

    Balneário Camboriú-SC

  23. Julio Cesar Cardoso disse:

    Xô, CSS!
    Este Brasil varonil não pode ser joguete da vontade política que tomou conta do País. A tentativa de recriação da CPMF, mascarada de Contribuição Social para a Saúde (CSS) é mais uma prova de que palavra de político não merece crédito, pois o presidente da República havia prometido que o imposto não seria recriado. E para contrapor a avidez governamental, apresento as seguintes justificativas:

    1) A CPMF foi instituída unicamente para atender ao sistema de saúde pública e os políticos e governos não cumpriram os seus objetivos. Se tivessem cumprido, a situação hoje seria outra e a sociedade saberia abraçar essa causa.

    2) Se não o fizeram no passado socorrendo a saúde, é pura demagogia, hipocrisia e engodo pretenderem agora afirmar que o percentual de 0,1% será realmente destinado à saúde.

    3) O artifício utilizado de que é um sistema eficaz de controle fiscal é a forma mascarada encontrada para poderem justificar a manutenção do referido imposto. O País possui outros mecanismos de controles fiscais, sem a necessidade de tungar mais o bolso do brasileiro.

    4) Que garantia terá o cidadão de que essa pretensa arrecadação se destinará, efetivamente, para a saúde? De que forma o governo e políticos nos assegurarão que os recursos da CSS não serão desviados novamente de sua finalidade? Respondam?

    5) Temos que melhorar a saúde de nosso povo, mas o gestor público demonstrou irresponsabilidade ao desviar os recursos da então CPMF, por isso a atual situação calamitosa do SUS. Sabemos que a única fonte de provisão é o recurso público. Mas hoje o governo tem de sobra em caixa, haja vista o aumento da arrecadação brasileira de impostos. Logo, não há razão plausível para mais um “imposto suplementar” para a saúde.

    5) Se o governo tiver convicção de que a sua política econômica está correta, deveria acreditar na certeza de receitas futuras para suprir a saúde sem a necessidade de novo imposto. Parece até birra do governo: só porque perdeu a parada inicial da prorrogação da CPMF no Senado, ano passado, agora vem mostrar as suas garras felinas do poder ao tentar impor à sociedade um tributo que ela não aceita.

    6) Por que o governo Lula e os senhores da base de apoio só agora estão preocupados com a saúde dos mais necessitados, se até o ano passado deram pouco importância à gravidade do SUS, não realocando o total dos recursos arrecadados com a CPMF para atender ao sistema de saúde? Inclusive, pasmem, o próprio presidente Lula havia declarado que a saúde pública brasileira beirava a excelência.

    7) Então, vamos deixar de conversa fiada, falácias esfarrapadas e truques de retóricas para tentar enganar a ingenuidade de muitos brasileiros que continuam acreditando em palavras e promessas vãs de “certos” políticos.

    8) Os senhores políticos deveriam respeitar, democraticamente, a opinião da maioria do povo brasileiro – que já se posicionou, em pesquisas públicas pelo Brasil, pela revogação da CPMF, e por isso houve a decisão positiva do Senado, que rejeitou a sua continuação -, da mesma forma como se respeitam as decisões do STF e os resultados das eleições do Parlamento e dos governos. Ou o povo só serve para elevá-los ao glamour político? As decisões do povo têm que ser respeitadas democraticamente. E não é o pensamento de algumas meias dúzias de parlamentares que deve prevalecer sobre a grande massa de cidadãos brasileiros.

    9) Nós temos uma das maiores cargas tributárias do planeta sem contrapartida em serviços públicos de qualidade. No primeiro trimestre de 2008, a carga tributária foi a 38,9% do PIB, aumentando 1,87% em relação a 2007. Índice mais alto nos três primeiros meses da história, conforme dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).

    10) No primeiro quadrimestre deste ano, a arrecadação, sem a CPMF, foi de 223,2 bilhões de reais – um aumento de 12,5% em relação ao mesmo período de 2007.

    11) O governo não faz o dever de casa, cortando gastos públicos para sobrar dinheiro, por exemplo, para aplicar na Saúde. E os políticos, principalmente da base de governo, ficam calados e depois vêm fazer chantagem política para recriar a CPMF, maquiada de CSS.

    12) Em vez de dinheiro, o que falta é competência ao governo em administrar os recursos arrecadados dos contribuintes. Estudo do Banco Mundial, realizado em 7.400 hospitais públicos e privados do País e divulgado em 12 de junho, em São Paulo, mostra que o sistema brasileiro é perdulário e ineficiente. Numa escala que vai de 0 a 1, a rede de saúde foi reprovada com a nota 0,3. De acordo com o Banco Mundial, os hospitais brasileiros também são caros e funcionam mal. Cerca de 60% dos leitos hospitalares estão ociosos, mas o Brasil ainda é o País onde pacientes morrem à espera de atendimento. O custo de uma internação em hospital público é 50% superior ao de um hospital privado ou administrado por associações não-governamentais. Três em cada dez internações são desnecessárias, causando um desperdício de R$ 10 bilhões a cada ano, a mesma quantia que se pretende arrecadar com o novo imposto. “Não adianta apenas ter recursos a mais. É preciso gastar bem o dinheiro”, disse o pesquisador Bernard Couttolenc, um dos autores do estudo (Fonte: Veja, 18.06.2008).

    13) A ilha da fantasia, Brasília, o maior ralo por onde escoa a arrecadação brasileira, continua gastando de forma desenfreada e os senhores políticos pouco se importam. E agora têm a audácia, a cara-de-pau de vir falar em socorrer a saúde dos mais pobres? É muita “caretice”.

    14) A CSS já nasce sob o manto da ilegalidade, pois o art. 154 da Constituição veda a instituição de imposto com efeito cumulativo. Um povo sem cultura política é como um peixe incauto que é facilmente fisgado pelo anzol sagaz de políticos matreiros. Os políticos brasileiros, com algumas exceções, estão mal-acostumados em enganar o povo. Não defendem com lealdade os superiores interesses sociais; defendem apenas interesses particulares, partidários e de governos; e estão mais interessados no cabide de emprego, nas benesses públicas e em alcançar vôos mais altos na política, inclusive se observa agora a movimentação de gente nova já almejando, precocemente, uma Prefeitura (Porto Alegre). Os senhores políticos precisam respeitar mais o cidadão brasileiro, cumprir os objetivos sagrados das leis, e não só fazer política fisiologista de toma lá, dá cá, de interesse partidário ou de governo e outros que tais condenáveis.

    A sociedade espera que o Senado, com altivez, novamente rejeite a tentativa espúria de o governo e Câmara Federal tungar o bolso do contribuinte nacional.

    Julio César Cardoso

    Bacharel em Direito e servidor federal aposentado

  24. Julio Cesar Cardoso disse:

    Políticos oportunistas

    O deputado ACM Neto (DEM-BA), candidato à Prefeitura de Salvador com proposta pretensiosa de interroper o seu mandato na Câmara Federal, é mais um oportunista político dos muitos plasmados nos fornos domésticos de famílias tradicionais políticas, que até hoje só souberam tirar proveito ou se locupletar com as benesses públicas.
    Enquanto isso, a sociedade carente fica a ver navios, sem lenço e documento, passando necessidade, acreditando sempre em promessas vãs de melhores dias, mas continua insistindo equivocadamente em votar nessa corja de pilantras políticos, que pouca coisa faz em benefício dessa gente humilde.
    Tomei como referência o deputado federal baiano, mas o assunto se estende a todos aqueles candidatos com mandatos em curso, que estão tentando pular para prefeituras pelo País afora. Tudo isso ocorre por falta de cultura política do povo brasileiro, que se omite ao não exercer a sua cidadania de exigir do político o cumprimento de mandato.
    Vejam como funciona a indiferente participação do povo em assuntos de magna importância relacionados à moralidade política: o exemplo mais patente está na eleição de candidatos com ficha suja, que continuam a contaminar o Parlamento brasileiro. Poucas são as vozes da sociedade eleitoral que se manifestam para impedir tal ignomínia. Mas não podemos deixar de registrar movimentos positivos moralizadores vindos da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), OAB etc. No plano do tribunal eleitoral, temos que tirar o chapéu à lucidez e responsabilidade demonstrada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Carlos Ayres Britto, que tentou impedir, já neste pleito que se avizinha, a candidatura de indecorosos cidadãos com laivos de improbidade, mas foi suplantado pela bulha daqueles que preferem ver o País trilhar pelos descaminhos da imoralidade.
    Todos esses parlamentares que hoje se lançam com avidez às glórias do poder para abiscoitar uma cadeira nas diversas prefeituras pelo País afora são uns verdadeiros indecorosos traidores dos mandatos políticos para os quais foram eleitos, pois no momento em que tentam interroper o mandato conferido pelo povo, que deveria ser cumprido até o final, demonstram de forma inequívoca a sua verdadeira índole oportunista, ambiciosa e desrespeitadora para com o eleitor.

    Julio César Cardoso/Bacharel em Direito e servidor federal aposentado/Balneário Camboriú-SC

  25. Marivaldo Rosa disse:

    Olá pessoal, sou Marivaldo e quero saber se o contador de homicídios é atualizado diariamente e quais são as bases de dados utilizadas por vocês.
    Obrigado.

  26. antoir disse:

    Caro Wilson, gostaria de saber se o jornal vai ter um link para que nós possamos acompanhar, em tempo real, a apuração no Cabo.
    Aguardo resposta. Antoir

  27. Julio Cesar Cardoso disse:

    Pichação

    Chamou-me atenção a declaração de uma autoridade pública que sem rodeios considerou razoável que algumas pessoas possam se expressar através da pichação. No mínimo faltou responsabilidade a alguém defender a rebeldia de danificadores de propriedades alheias.
    Nada contra os dons artísticos de cada um, mas a falta de educação e de respeito para com os valores de uma organização social está a exigir mais interferência de nossas autoridades.
    Que vivemos um momento de grandes transformações de hábitos e costumes, dentro de uma era globalizada, em que as coisas acontecem de forma rápida e quase igual no concerto das nações, tudo isso é verdade. Pichações existem aqui e no exterior.
    Mas não podemos descartar o problema de responsabilidade que deveria sempre acompanhar os indivíduos nas suas empreitadas ou ações. Danificar patrimônio público ou privado, no Brasil, é crime e deveria ser exemplarmente punido pelas autoridades competentes.
    Pois bem, é essa falta de autoridade, ou excesso de leniência, para com determinados delitos que tem contribuído para que, por exemplo, os pichadores gozem da simpatia de parte da sociedade e da mídia, para continuarem as suas ações encardidas de poluírem as nossas cidades. Tudo isso se resume na falta de educação de um povo, que hoje banaliza os valores morais e sociais com a complacência patente de nossas autoridades.

    Miguel Couto, em sua lição “O Primeiro Problema Nacional”, preocupado com a educação brasileira, arremata: “Nós também seremos um dia grande povo; mas, enquanto não chega a redenção do Brasil pela cultura de seus filhos, continuemos a gritar para todos os lados entre alternativas de fé e desalento, ansiosamente, pedindo socorro. Pensai na educação, brasileiros!”.

    Julio César Cardoso
    Balneário Camboriú/SC

  28. Privilégios públicos

    A sociedade brasileira precisa sair do comodismo patológico em que se encontra e mudar o seu comportamento cultural. Se quiser desarmar a longeva máquina pública viciada, que alimenta indecorosos cidadãos com recursos públicos obtidos de forma privilegiada, a sociedade terá que assumir responsabilidade para denunciar tais abusos.
    Foi assim, denunciando a pouca-vergonha do nepotismo, que finalmente o STF botou um ponto final na farra da contratação de parentes em todas as instâncias dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Mas o nosso País continua repleto de privilégios públicos que precisam ser combatidos. Vejam, por exemplo, as pensões vitalícias a ex-presidentes da República e governadores estaduais. Quanto à pensão de ex-governadores, as coisas paulatinamente vão se corrigindo com a extinção dessas prebendas em alguns estados brasileiros.
    Essas pensões vitalícias são verdadeiras imoralidades que afrontam o princípio constitucional da igualdade ao privilegiar políticos que exerceram por pouco tempo – um ou dois mandatos contínuos – o comando do Executivo. Mandato político não é profissão. Ademais, nenhum trabalhador recebe pensão de aposentadoria se não for decorrente do tempo de serviço previdenciário legal trabalhado. Por que temos que continuar a sustentar com dinheiro público essa casta de aproveitadores das benesses públicas que pouco trabalhou? A sociedade tem que reagir contra essas permanentes imoralidades, se quiser um País passado a limpo.
    Por que essas pensões vitalícias até hoje continuam com o respaldo de nossa suprema Corte, que deveria fazer valer a guarda da Constituição contra qualquer violação de seus princípios? O subsídio vitalício fere o princípio constitucional da igualdade. E o nosso Congresso Nacional, também conivente, não toma as devidas providências, em nome do povo e da moralidade pública, para votar lei federal acabando com esses privilégios.
    Cortar privilégio não é fácil para um sistema viciado como o nosso, acostumado a tirar vantagem em tudo. Combatê-lo é uma necessidade que se impõe. Vale a pena citar, para se ter uma idéia da dificuldade em acabar com privilégios no País, o que disse o presidente do STF, Gilmar Mendes, ao contrapor o entendimento da relatora da ação direta de inconstitucionalidade, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, quando analisava o caso de percepção de subsídio vitalício do ex-governador de Mato Grosso do Sul, Zeca do PT. Pois bem, ele considera legítima a criação de pensão para ex-presidentes e ex-governadores. E disse mais: a votação democrática torna presidentes da República e governadores, por exemplo, figuras desiguais, que devem ser tratadas como tais.
    Quando figuras do STF, como o ministro Gilmar Mendes, defendem solenemente privilégios públicos, entende-se por que o Brasil continua na contramão da moralidade. Mas a sociedade não pode capitular diante das vozes do absurdo e tem que assumir responsabilidade para exigir mudança no gerenciamento do dinheiro público.
    Julio César Cardoso
    bBalneário Camboriú-SC

  29. Educação sem seriedade

    A educação pública brasileira, lamentavelmente, é tratada – com menoscabo – ao sabor de cor partidária política, ou do gosto do administrador público que comanda o ente municipal, estadual ou federal. Agora, o recém-empossado prefeito do Rio já vai mexer na estrutura da escola pública municipal. Com todo o respeito, parece até casa-de-mãe-joana. Mas não deveria ser assim, se os políticos trabalhassem com mais seriedade, menos glamour em aparecer na vitrine do poder, e mais responsabilidade com o gasto e com a produtividade da máquina pública.
    É impressionante! Cada administrador público tem a sua forma particular de encarar a educação. E fica essa pouca-vergonha de o ensino público brasileiro não ter padrão de trabalho de continuidade em longo prazo, para ser cumprido por todos os governos. Dessa forma, falta planejamento de políticas públicas de longo prazo, no País, sem matiz partidária política, para serem cumpridas, por lei, por todos os governos subseqüentes.
    Julio César Cardoso
    Balneário Camboriú-SC

  30. Como encontrar emprego

    Meu amigo, se você quiser ter emprego farto e bem remunerado, com grandes perspectivas de enriquecimento (ilícito) e ainda levar, de lambuja, uma boa aposentadoria vitalícia para seu cruzeiro turístico, faça como muitos espertalhões brasileiros e abrace, com toda a força, a “espinhosa” carreira política. Não precisa de nenhum pré-requisito intelectual, ou freqüentar cursinho, basta apenas saber rabiscar o seu nome e gostar da ribalta do poder para ter sucesso garantido. Senão, vai ter de ralar a vida toda e comer o pão que o diabo amassou!

    Espelhe-se em nosso guru presidencial: tem vida boa, pega onda e faz caça submarina em Fernando de Noronha à nossa custa, e, para seu regalo, já tem algumas prebendas vitalícias garantidas, e tudo isso sem ter precisado fazer muito esforço ou queimado pestanas em elucubrações mil.

    E a gente começa a questionar: para que estudar tanto – neste País de nove dedos políticos -, concluir curso superior, pós-graduação etc, etc se outros conseguem status social e financeiro na moleza, e não há emprego para a maioria ou quando encontra é mal-remunerado? É claro que existem pessoas bem-sucedidas, mas são exceções dentro do contexto nacional.

    E o nosso bem abonado presidente da República, que nunca teve preocupação com estudo, parece que não conhece a realidade brasileira (falta de grana) e manda a vassalagem gastar para esquentar a economia. Só que ele não empresta o seu cartão corporativo para a plebe passear, por exemplo, na paradisíaca Ilha de Fernando de Noronha. Mas abre a boca de vez em quando para tecer comentários inadequados. Vejam, abaixo, a declaração da médica Marise Valéria Santos, publicada no jornal Diarinho, de Balneário Camboriú (SC), em 7 de janeiro último, sob título Médica diz que ganha pouco e dá pau no Lula:

    “Não lhe chamo de “doutor” porque isso você não o é, muito menos de presidente porque não tenho obrigação nenhuma de chamar de algum título um boa-vida, cachaceiro, ignorante, amoral, ladrão e desmemoriado. Sabe, Luiz, tal como você, também sou de origem humilde. Minha mãe lavou muita roupa e fez muito crochê para me criar, depois minhas irmãs cresceram e foram ser tecelãs numa indústria em Bauru…
    Estudamos em escola pública, naquele tempo nem calçado tinha, ganhava roupas usadas e me sentia uma rainha.
    Com muito custo, estudamos, Luiz Inácio! Desde 5 anos eu já ajudava em casa para minhas irmãs trabalharem e minha mãe também. Com 12 anos, comecei a trabalhar fora; doméstica, depois metalúrgica, até que terminei meu colégio e ingressei numa universidade pública.

    Luiz Inácio, nunca fiz cursinho, nunca fui incentivada; levantava às 4 e ia dormir uma da manhã; tomava vários ônibus; caminhei muito, comia pouco, vivia para os estudos e, engraçado, nunca perdi um ano, nunca perdi uma aula e, graças a Deus, em 1983 me formei em Medicina. Especializei-me, me casei e junto com meu marido luto para dar o melhor para as minhas filhas.
    Hoje sou preceptora em uma Universidade, ganho tão pouco que é uma vergonha ser médico nesse País… Depois que você quis brincar de presidente, as coisas pioraram ainda mais, mas o que se há de fazer?

    Agora, vem cá: você é pobre e não teve condição de estudar? Não me engana com esse “rosário”… Mas não mesmo… Sua mãe era analfabeta? Empatamos; a minha também. Eu ensinei a ela conforme ia me alfabetizando até aparecer o Mobral – desculpinha esfarrapada essa sua, hein? Eu engoli você esses quatro anos, com suas gafes, seus roubos (e como sei de coisas… conheço o Palocci)… E sempre fiquei na minha, quieta… porque é um direito seu… Mas hoje, ao ligar a televisão e ver você, hipocritamente, chamar a todos brasileiros de burros e incompetentes, lamento, mas foi a gota d’água! Não julgue os outros por você… Não me compare à sua laia… Sou apolítica, mas sou brasileira e em momento algum o senhor fez por merecer todo carinho que essa gente lhe dá.
    Luiz Inácio, falar que o “povo brasileiro não teve inteligência suficiente para decidir a eleição”, creia, foi a pior frase que você poderia ter dito… Posso até concordar que 48% não tiveram inteligência porque vivem na ignorância, na mesma que você julga que o povo brasileiro tem. Eu só espero que essa sua frase, dita num sorriso de quem já tinha bebido todas, ecoe de Norte ao Sul do País e acorde esse povo que como eu lutou muito para chegar onde está… que como eu, não aguenta mais pagar impostos para o senhor e sua corja gastarem com sabe-se lá o quê.

    Foi mal, Luiz Inácio… Muito mal mesmo!
    Marise Valéria Santos
    (CRM 77.577), médica”.

    (Transcrito ipsis litteris)

  31. Bodão disse:

    O Cabo de Santo Agostinho Estava Precisando de um Jornal Com a Qualidade qua este Jornal tem, bem facio de ler e que me orgulha muito que este Jornal seja Cabensse, Parabéns.

  32. Empresário versus empregado

    A presente crise econômica mundial, excetuando as razões que levaram o mercado norte-americano à bancarrota com sensíveis reflexos em outras economias do planeta, serviu para mostrar a insensibilidade de grupos empresariais gananciosos, que só se preocupam com a voracidade dos lucros de suas empresas e se esquecem de dar segurança de emprego a seus empregados em momentos de transição conjuntural.
    Essa visão de responsabilidade empresarial com os seus empregados deveria ser uma preocupação de todas as empresas. O empregado é uma das peças fundamentais da engrenagem de um negócio. Não basta ter os componentes de fabricação ou de comércio se não existir aquele que saiba conduzi-los. Os dois estão intimamente ligados – empresário e empregado -, um depende do outro. É evidente que a direção de seus proprietários tem que ser respeitada, mas os fins dos negócios são alcançados graças ao bom desempenho do corpo de empregados.
    Neste momento de turbulência da economia mundial, o mercado brasileiro já dá sinal de seu efeito maléfico com a previsão de muitas demissões anunciadas. Segundo a FGV, um terço das indústrias nacionais pretende demitir, o que representa o maior índice nos últimos dez anos.
    A questão de emprego em atividades privadas, principalmente nas médias e grandes empresas, deveria merecer mais atenção de nossas autoridades políticas, governamentais e do Ministério do Trabalho. As empresas ao se estabelecerem deveriam sofrer um processo prévio para verificar a real capacidade (econômico-financeira) de poder suportar relativamente o seu quadro de empregados em determinadas situações – como segurança da manutenção de emprego do trabalhador.
    Vejam o que está ocorrendo atualmente com a indústria de carros. Mal-acostumada com grandes margens de lucros, e mesmo recebendo dinheiro do governo para suas operações, anuncia demissões porque certamente não aceita reduzir a margem de sua lucratividade.
    Antes de a China despontar para o mercado de calçados, muitas empresas exportadoras de calçados, no Vale do Rio dos Sinos, recrutavam empregados acima de sua capacidade de endividamento, visando atender, em grande escala, ao mercado americano, mas sem nenhuma preocupação com o futuro desses operários. E qualquer retaliação de política externa, ou defasagem cambial, logo batiam à porta das autoridades monetárias pedindo socorro e demitiam os empregados. Isso tudo ocorria e ainda ocorre por falta exclusiva de responsabilidade empresarial e por ausência de políticas públicas atuantes.

  33. Acredite se quiser

    Alguém está de fato preocupado em combater as grandes mazelas sociais? Se a dor da fome, da ausência de um teto digno para morar e os mais diversos tipos de privação atingisse todos os segmentos sociais, certamente já se teria encontrado uma solução plausível de políticas públicas para o bom combate social. Mas como no Brasil as classes dominantes de políticos e de empresários bem-sucedidos só pensam, respectivamente, nas glórias do poder, nas mordomias, nas benesses públicas e nos altos lucros, carrear recursos para dar dignidade à população carente com investimento em saneamento básico, moradia, emprego, educação etc. tudo isso é uma mera ficção de propósitos, respaldada nas falsas promessas de governos, que vão se sucedendo e não solucionam com ações eficazes as antigas agruras sociais.
    Somos um País megalomaníaco para tudo, menos para combater a pobreza dos infortunados. Muitos oportunistas políticos se apresentam, com bandeira em punho, pregando a defesa social, mas depois de eleitos revelam a sua verdadeira face mentirosa e pérfida. Dão migalhas aqui e acolá e passam a vivenciar outra realidade: a da ribalta do poder, da qual provam e gostam, e começam ter comportamento igual ou pior à velha burguesia brasileira.Quando se vê a euforia de autoridades governamentais com a exploração de petróleo em águas profundas, no chamado pré-sal, onde serão investidos milhões de dólares em infra-estrutura, numa operação que pode ou não dar certo, tem-se a exata dimensão do abismo que separa – a vontade e não vontade – da política governamental. De um lado está a vontade megalomaníaca de deixar cunhada na pedra do pré-sal, para a posteridade, o nome do governo, de forma extemporânea principalmente agora quando se está procurando alternativa barata de energia não poluente. E, do outro, temos a não vontade, representada pela velha e conhecida incúria dos políticos e governos, que não querem investir no social sob a falaciosa argumentação de não haver recursos públicos disponíveis. Recursos sempre existiram. Só que são destinados para cobrir o rombo deixado com o desperdício da máquina pública de Brasília, com altos salários dos ministros do STJ e STF, dos deputados e senadores etc.Quando se escuta o governo dizer que o dinheiro oriundo do pré-sal será canalizado para o social, educação etc. parece que o presidente da República pensa que todos somos uns idiotas para continuar acreditando nas encardidas promessas vãs. Ou ele se faz de sonso para nos dar o bote, ou é muito pretensioso em achar que esquecemos o seu comportamento para com a CPMF.

    Somos uns cara-pálidas

    No dia 1º de janeiro de 2009, a Câmara dos Deputados deu posse a 11 novos parlamentares federais, que imediatamente entraram de férias sem trabalhar e recebendo as sinecuras regulamentares. Este País é uma mãe! Quando, senhores, o Congresso vai ter vergonha e respeitar os gastos públicos?
    Se o País fosse sério, e em respeito a seus desassistidos sociais, a posse desses suplentes políticos seria apenas um ato formal, mas sem direito a nenhuma remuneração até o reinício dos trabalhos legislativos, já que a Casa está em recesso parlamentar. Mas sabemos que isso é querer exigir demais de nosso viciado corpo político.Quem assistiu à posse pelos meios de comunicação viu a alegria contagiante estampada no rosto de cada suplente. Afinal, ser parlamentar no Brasil é uma dádiva caída do céu àqueles que conseguem ingressar no comitê privilegiado das benesses públicas. E só ter a sensação de iniciar a vida “espinhosa” política recebendo sem trabalhar já é um grande alento para muitos quererem continuar e não largar mais a “cansativa” e “desgastante” faina pública.Realmente, não entendemos da arte matreira: “quem parte ou reparte e não fica com a maior parte ou é burro ou não entende da arte.” Eles estão certos, e nós é que somos uns estultos de bandeira empinada pregando moralidade no deserto. Eles têm mesmo é que rir de nossas desgraças. Somos uns cara-pálidas incorrigíveis porque continuamos a votar nessa corja que dilapida o País.

  34. Curso de Medicina apócrifo

    Causa perplexidade ler o noticiário abaixo, publicado no jornal Documento Reservado.com.br. Parece que não estamos em um País constitucionalíssimamente organizado. Aqui tudo funciona sem responsabilidade dos órgãos competentes. Parece terra de ninguém, casa-da-mãe-Joana. É uma “esculhambação”. Imagine um curso superior de Medicina, sem “autorização”, ou com a negligência do MEC e do Conselho de Medicina, em atividade por todo este tempo, sem o aval oficial, formando turma de médicos sem habilitação para exercer a profissão. De um lado, está o negócio comercial, de faturar de qualquer forma. Do outro, os órgãos e Poderes na Nação que demonstram incúria e incompetência para exercer as suas obrigações fiscalizadoras. O quadro já diz tudo de como funcionam as instituições brasileiras.
    O Senado, a Câmara Federal têm o dever de criar mecanismos legais para responsabilizar os infratores públicos e privados que “brincam” com a credulidade do povo.
    UP culpa MEC pelo não
    reconhecimento do curso de Medicina
    A agenda “abarrotada” do Ministério da Educação (MEC) causou a falta de tempo para fazer a vistoria
    e, conseqüentemente, o reconhecimento do curso de Medicina da Universidade Positivo (UP). Essa foi a explicação dada ontem pela assessoria de imprensa da instituição, lembrando que, por essa razão, o ministro Fernando Haddad, baixou portaria em que admite a dificuldade e pede que o reconhecimento seja dado para fins de diplomas e registro profissional. No entanto, para o Conselho Regional de Medicina (CRM), os documentos encaminhados pela Universidade não foram suficientes para que os mais de 40 alunos formandos obtivessem o registro profissional. Isto porque, segundo o presidente da entidade, Miguel Ibraim Abboud Hanna Sobrinho, a entidade, para efetivar os registros profissionais, obedece a normativa baseada em resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM). Ele disse que, à primeira vista, a Positivo estaria isenta de culpa e que a dificuldade foi do próprio MEC em avaliar os cursos. “Acredito que a dificuldade não foi do Positivo, mas do MEC. No entanto, os documentos enviados pela Universidade continuam não sendo suficientes para o Conselho Federal”, adiantou, lembrando que partiu da própria Positivo a iniciativa de recorrer à Justiça para garantir o registro dos formandos. Procurada, a coordenação do curso de Medicina da Universidade Positivo preferiu não responder às perguntas do Documento Reservado.

    Liminar genérica
    Segundo Miguel Hanna, presidente do CRM do Paraná, o que mais preocupa, porém, é o fato de
    a liminar concedida pela 1ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, ser genérica. “Essa é uma situação delicada. Não sabemos se o documento é válido também para outros estados. Se for somente para
    o Paraná, pode complicar a situação para alguns formandos, que, por ventura, pretendam obter o registro em outra cidade. “Alguns desses alunos prestaram concurso para residência médica e
    foram aprovados; outros aguardam resultados de concurso público para unidades de saúde. A falta de reconhecimento pode dificultar a vida profissional dessas pessoas”, avalia o médico que, na segunda-

    feira, conversou com alguns alunos, que “estavam serenos e com uma postura madura, em busca do registro profissional”. Para ele, o imbróglio só vai
    ser resolvido com a vistoria final do MEC, que geralmente é feita um ano antes da formatura. Ou seja, neste caso, a vistoria deveria ter sido feita no ano passado. “Esse é um desafio que precisamos vencer. Temos consciência do problema. Sabemos que o curso não é barato e que os alunos se empenharam para terminá-lo. Esperamos, porém, que a situação seja resolvida o mais breve possível”, completou. O CRM tem dez dias para recorrer da liminar. O departamento jurídico da entidade já
    está cuidando da argumentocão.

  35. Justiça universal

    Justiça talvez seja a palavra mais universal suplicada neste momento por todos os povos. Aqui e acolá, uma voz moribunda ecoa na escuridão do esquecimento, onde a dor da miséria e da doença não é ouvida de propósito por uma civilização egoística e perdulária.Quando se ouve e se lê na grande mídia notícia mirabolante de que o Conselho Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês) gastou bilhões de dólares para construir um acelerador de partículas, chamado o Grande Colisor de Hádrons (LHC, pelas iniciais em inglês), para tentar reproduzir a origem do universo, numa corrida cosmogônica perdulária, o conhecimento da ciência deveria ser mais bem empregado na direção do revigoramento da vida em nosso planeta, onde a miséria ainda é uma grande tragédia universal.Tudo isso nos dá a exata dimensão da falta de justiça do “ser humano” com relação a seus circunstantes, em que o egoísmo, o egocentrismo, a aventura, a exploração da ciência pelos agentes propulsores não priorizam resolver problemas vitais internos do mundo, mas preferem investir no imponderável de uma experiência que não se tem a exata noção de seu resultado, se houver algum.A disposição para a prática de um bem é uma virtude que está faltando aos indivíduos para semear uma melhor compreensão das necessidades humanas. A vida é uma passagem. E todos deveriam ter as mesmas oportunidades para desfrutar esse grande momento.Hoje, presenciamos um povo sem religião. Não a religião como modelo imposto, mas como meio de reflexão espiritual profundo que deveria orientar os indivíduos em uma sociedade mais humana, mais compreensiva, menos orgulhosa e menos competitiva.
    A falta de caridade entre os seres universais é uma constatação que deveria ser combatida. Não se observa, interna ou externamente, quer nos governos, quer nas comunidades sociais e empresariais bem-sucedidas nenhum movimento consistente visando a busca efetiva do bem-estar de outrém.A sociabilidade, que deveria ser laço de aproximação fraterno entre os povos, não cumpre o seu verdadeiro papel aglutinador social. Ao revés, vemos expostos – como estigma -, em pleno século 21, todos os tipos de preconceitos entre seres, em vigorante ebulição.O desrespeito às leis, à lealdade e à honra, são procedimentos condenáveis daqueles que detêm os poderes sobre os povos. Aqui, no Brasil, por exemplo, assistimos, recentemente, ao descumprimento federal do objetivo legal da CPMF, um verdadeiro crime contra o sistema público de saúde, hoje sucateado e sem atender plenamente a população carente brasileira. Isso bem sintetiza a ausência de fidelidade Estatal com os seus compromissos, bem como a falta de dignidade com a população.

    PEC dos vereadores. Quem tem razão?

    Na política brasileira, podemos afirmar que o “jeitinho maroto” de tirar proveito da coisa pública é um fato inexorável, que parece até regra. E com a desenvoltura com que os fatos vão se sucedendo, o cidadão desavisado, ou também conivente, finge não saber mais distinguir a fronteira que delimita o certo do errado, e considera “normal” alguém ofender o erário público, tirando vantagem para si ou para outrem. Quando se contesta procedimentos imorais de nossos políticos, com raras exceções, ao apreciarem favoravelmente a PEC que aumenta o número de vereadores, dos escaninhos sombrios da sociedade ecoam vozes para fazer a defesa daqueles que só querem tirar proveito e sugar o erário municipal. É um direito incontestável que todos têm de manifestar as suas idiossincrasias, afinal vivemos em uma democracia e temos que respeitar todos os pensamentos antagônicos. Mas é preciso que tenhamos mais responsabilidade com o País do que vir defender posições de embusteiros políticos que só querem tirar vantagem enquanto os governos pregam que não há verbas para aplicar em programas sociais.Há muito interesse velado nessa história: a retribuição ao curral de votos de deputados e senadores; candidato derrotado em eleição passada e suplente ambiciosos por um cabide de emprego; parentes e pessoas de olho nos serviços de gabinete etc. Por isso, estapafúrdias manifestações pela aprovação da PEC dos vereadores chegam a afrontar aqueles que têm opiniões contrárias, com argumentações pífias de que não se conhece o projeto de lei ou o texto constitucional que define o assunto. Como são tolos esses pobres lobos vorazes. Só pensam em encher a pança…O Jornal do Senado, de 16 a 22 de fevereiro de 2009, ouviu 12 prefeitos sobre essa polêmica. Vejam alguns trechos: “Como a Constituição define o percentual da arrecadação que deve ser destinado à Câmara Municipal, muitos prefeitos argumentaram que o aumento do número de vereadores não elevaria as despesas. Outros discordaram, afirmando que haverá, sim, mais gastos. Oito dos 12 prefeitos ouvidos disseram que haverá aumento de gastos, mas ressaltaram que os vereadores não precisam gastar todo o percentual definido na Constituição e repassado pela Prefeitura. Em muitas cidades, como resultado de uma gestão responsável, destacaram, a Câmara Municipal devolve os recursos não gastos, que podem ser investidos em projetos que garantam o bem-estar da população. Quatro outros prefeitos afirmaram que a PEC aumenta os gastos, mas melhora a representação, se a atuação dos vereadores for séria”.

    Para quê tantos partidos?

    Dispõe o Art. 17 constitucional que é livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos. Mas para que tantos partidos políticos no Brasil? Só para preencher a liberalidade legal? Deveria haver mais razoabilidade na instituição desses partidos, não só pelos gastos que comprometem o Tesouro Nacional, mas também pela pouca expressividade que a maioria representa. A democratização representativa através de agremiações políticas pressupõe, no mínimo, defesa de identidade partidária, programática e ideológica, que verificamos inexistir nos partidos. A maioria dos partidos políticos brasileiros nada mais são que produto de dissidência, ou seja, grupo ou grupos políticos que se separaram por divergências internas, formando novos partidos, ou migrando para outros, mas que no fundo conservam as mesmas ideologias e/ou filosofias políticas. Vejam, por exemplo, o PSol, cujos principais membros são originários do PT.A fragilidade dos partidos políticos pode ser sentida pela mobilidade exercida por muitos políticos que ficam trocando de partidos em busca de suas conveniências pessoais, e não por convicções filosóficas ou por objetivos nacionais. Hoje, essa situação está se moralizando graças à intervenção do STF, que pôs freio jurídico nessa movimentação.A fragilidade dos partidos políticos é tão marcante que o maior partido brasileiro, o PMDB, que deveria ter sempre candidato em todas as vertentes eleitorais, padece do mal crônico das divergências internas por interesses inconfessáveis de muitos de seus membros, e há muito tempo não apresenta candidatura própria à presidência da República, transformando-se em capacho de luxo para coadjuvar, por exemplo, o PT em troca evidente da repartição de cargos públicos. Talvez agora, presidindo as duas instâncias legislativas federais, possa vir a apresentar candidatura própria ao governo federal. A divergência interna do PMDB é tamanha, que o prócer, senador Pedro Simon, declarou recentemente, em entrevista ao Jornal do Senado, que “o comando do PMDB (deputado federal Michel Temer) é uma desgraça”.Ora, essa licenciosidade constitucional de muitos partidos ou siglas políticas tem que acabar. Só serve para dificultar o entendimento do eleitor e acomodar interesses de grupelhos, visto que a maioria deles não tem cacife para apresentar candidatos genuínos para disputar as principais eleições nacionais, e ficam servindo apenas de eternos acólitos de partidos.Sabemos que “os partidos são os caminhos naturais do processo democrático para representar as diferentes correntes de opinião”. Só que essas diferentes correntes de opinião podem perfeitamente ser representadas por menos partidos políticos. O resto é confete e serpentina.

  36. Marcos Marinho disse:

    Não se trata de aumento do número de vereadores, e sim da recomposição das câmaras já que o TSE foi quem definil atravéz de uma resolução baixar o numero quantitativo de vereadores alegando diminuir custos das casas legislativas mais não diminuiu o repasse do duodécimo das PREFEITURAS as câmaras tornandos verdadeiros marajás os que ficaram com mandadtos e diminuind a representatividade da população.

  37. Humberto carlos disse:

    enviei um texto ao e-mail de vocês sobre a mãe de um rapaz que foi morta em gaibu. peço que se possível coloque no jornal, pois acho que todos devem saber que a violência ganhou para o amor maternal, o que não é bom.
    agradeço desde já

  38. Adão veras disse:

    O GRUDAGE- e artistas convidados, estão saindo às ruas do municipio em busca de apoio para a realização do seu mais novo espetáculo que estreia em abril/09 nas praças do município.O Espetáculo VIVA A NAU CATARINETA, Tem direção de José manoel Sobrinho,direção Musical de Osvaldo Costa, Cenografia,direção de arte e Figurino de Sintia Alves.
    11 atores e 04 atrizes levaram à cena uma reflexão sobre a luta pelo Poder. Até o presente momento ainda não conta com o apoio do Governo Municipal

  39. Adão veras disse:

    OBs.:Só paqra corrigir a postagem anterior- ( os artistas Levarão à cena)

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